A melancia tem muitos elementos essenciais para fortalecer o organismo.
Um deles é o licopeno, pigmento que confere a cor vermelha à melancia. Pesquisas
realizadas na Alemanha pelo Dr. Helmut Sies constataram que o licopeno é um
varredor de radicais livres, evitando o câncer. O suco da polpa da melancia,
incluindo as sementes, elimina mais rapidamente o ácido úrico do organismo,
fazendo com que os filtros renais funcionem melhor durante a passagem de água
por eles. A melancia é composta de 90% por água e possui apenas 31 calorias.
2 xícaras com pedaços de polpa de melancia com sementes
1 copo de água-de-coco ou água mineral
Adoçante a gosto
Modo de preparo: colocar no liquidificador, bater rapidamente, coar e
tomar em seguida.
Dose recomendada: três vezes ao dia.
½ pepino médio
½ cenoura média
1 copo de água-de-coco ou 1 copo de água mineral
Modo de preparo: passar pela centrífuga a cenoura e o pepino, e em
seguida misturar com água-de-coco ou água mineral.
O ácido úrico é uma doença caracterizada por inchaço, inflamação, dor e sensibilidade nas
juntas. Pode afetar as articulações dos pés, base dos dedos, joelhos, tornozelos,
pulsos e dedos das mãos. É um tipo de artrite decorrente de um defeito de genes
hereditários, que afetam a excreção de ácido úrico pelos rins.
Quando os cristais de ácido úrico se depositam no líquido sinuvial (que
envolve as articulações), o sistema imunológico tenta eliminá-los, causando a
inflamação. Com o tempo, formam-se caroços salientes nas articulações.
Alimentos que aumentam o ácido úrico: carne de frango (principalmente
com pele), caldo de carne, peixes defumados, peixes enlatados, lentilhas, sementes
de tomate, chocolate, cerveja, vinho tinto em conseqüência da purina.
Ervas - Indicações - Planta - Propriedades
Peso Ideal - Calculadora IMC by Ervas on August 17th, 2009 O índice de massa corporal (IMC) é uma medida internacional usada para calcular obesidade.
Sorvetes nascidos em laboratório não engordam e são deliciosos
Quem resiste ao sorvete? É um desfile de cores e sabores. O gosto varia, depende da região do Brasil. Tem de bacuri, guavira, castanha, cupuaçu, açaí, taperebá. Os nomes diferentes das frutas revelam a fartura e a criatividade dos brasileiros. Mas tem gente que exagera na combinação.
É um tal de incrementar o sorvete com creme, leite condensado e açúcar. Será possível tomar aquele sorvete sem se preocupar com a balança?
O sorvete foi criado há mais de três mil anos pelos chineses. Eles usavam neve, mel e frutas. Aqui, no Brasil, as receitas ganharam toques exóticos.
Chinesa de nascimento e brasileira por opção, a bioquímica Sin Huei Wang, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e a engenheira de alimentos Renata Torrezan, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), fizeram o sorvete sem leite de vaca.
“O sorvete tradicional, além de ter leite de vaca, agrega creme de leite, leite em pó e nata. São fontes de gordura animal. E essa gordura animal faz mal para a saúde”, diz Sin Huei Wang.
Mas como fazer sorvete sem leite? Foram feitos vários testes no laboratório, numa corrida pela receita mais nutritiva e saudável. Tira a casca da soja, separa o grão, cozinha e tritura. E tem uma razão para fazer a massa com o grão de soja descascado e não usar o extrato, o leite de soja.
“No caso de utilizar o grão, a gente vai ter uma concentração muito maior de proteína nessa massa de soja, porque, quando a gente faz o extrato a partir do grão de soja, a gente perde 70% a 80% da proteína. Então, nessa massa, nós temos maior concentração de proteína”, explica a engenheira de alimentos Renata Torrezan, da Embrapa.
A massa substitui o leite de vaca, bom para quem tem intolerância a lactose. E as vantagens não param aí.
“Tem menos 80% de gordura, 50% menos de caloria e ainda tem fibra”, afirma a nutricionista Elaine Souza Lima, da UFRRJ. “A gordura que ele tem é uma gordura boa. São os ácidos graxos poli-insaturados que são os ácidos que têm o papel na diminuição do colesterol ruim”, diz Elaine.
Que a soja faz bem todo mundo sabe, mas como evitar aquele gosto de feijão cru? “Nós desenvolvemos uma tecnologia. Os grãos de soja passaram por um tratamento térmico que tira esse sabor forte da soja”, declara Elaine Souza Lima.
A essência de morango é para ficar ainda mais atrativo. A repórter faz o teste do sabor e aprova: “é igualzinho”.
O sorvete sem leite e com massa de soja ainda está sendo testado, mas as pesquisadoras já descobriram que é viável e barato.
Nesse verão escaldante, o geladinho cremoso é um alívio. O Brasil produz por ano mais de 950 milhões de litros de sorvete. Ao todo, 70% dessa quantidade são consumidos nessa época.
Em Minas Gerais, a nutricionista Ana Vládia buscou nos sabores da infância, novas alternativas de receitas geladas. Que tal fazer do sorvete um aliado para reforçar o sistema imunológico, proteger a pele, a visão e o intestino?
Nesses dias ensolarados e quentes, quem não gosta de um sorvete pra refrescar? Várias pessoas formam fila para experimentar o sorvete desenvolvido na Universidade Federal de Viçosa (UFV), na praça da igreja matriz.
Mas será que as pessoas vão conseguir identificar quais ingredientes foram usados no sorvete?
“É muito gostoso, não estou descobrindo do que é”, declara um senhor. O menino provou o sorvete e gostou. Na hora de adivinhar o sabor, ele aposta: “é de nata?”. “Está bom, mas eu não consegui definir o sabor”, comenta uma mulher.
Até que a repórter revela que o sorvete é inhame. Uma mãe diz que a filha não come inhame, apesar de ter provado o sorvete e ter adorado o sabor.
“É uma forma de incentivar as crianças a comerem alimentos mais saudáveis. Sorvete toda criança gosta”, elogia uma mulher.
As receitas foram testadas no Laboratório de Nutrição e Saúde da Universidade Federal de Viçosa. E é fácil fazer.
O inhame cozido é batido no liquidificador. A nutricionista acrescentou coalhada feita em casa. É um excelente anti-inflamatório e ajuda no funcionamento intestinal. Se quiser simplificar, pode usar iogurte natural industrializado. Tudo é batido no liquidificador, junto com o leite condensado, que pode ser light.
O segredo para que fique no ponto certo é não bater muito, senão o inhame acaba engrossando. É para ficar igual a um purê.
O inhame é depurativo do sangue. A ação anti-inflamatória faz bem para pele e ajuda até no combate as celulites, que são inflamações nas células de gordura. É um sorvete turbinado!
“Você tem vitaminas do complexo B, você tem vitamina C, você também tem traços de vitamina E e um conjunto de outras substâncias naturais que você encontra no próprio inhame, como antioxidantes, que juntamente com as vitaminas e os outros componentes dessa preparação, auxiliam na prevenção de doenças crônicas, principalmente aquelas relacionadas ao stress”, explica a nutricionista Ana Vládia Bandeira Moreira, da UFV.
Mas um alerta: ele não é aconselhável para diabéticos, porque tem muito açúcar.
O sorvete de abóbora com abacate também é uma alternativa de alimento refrescante rico em ácidos graxos, que fazem bem ao coração.
“Tem o betacaroteno, tem vitamina A, que ajuda não só na questão dos processos ligados à cicatrização, à função da nossa visão. Previne também doenças de pele e câncer de pele. Essa substância é importante na prevenção nessa época do verão”, aponta a nutricionista Ana Vládia.
Nessa receita, vai abóbora cozida, com abacate. Metade do emulsificante, aquele produto usado para dar cremosidade ao sorvete, é substituída por um gel de linhaça feito a partir da fervura da semente.
“Então, além de substituir parcialmente o aditivo você também está adicionando na preparação fibras solúveis, uma fibra da linhaça bem conhecida e estudada na prevenção de doenças do trato digestório, disfunções intestinais e o próprio diabetes”, diz Ana Vládia.
E o mais surpreendente: o número de calorias desses sorvetes nutritivos é muito menor. Dá para comer sem culpa!
“No caso do sorvete de inhame, uma bola de sorvete tem apenas 69 calorias. O de abacate com abóbora tem em torno de 83 calorias. O sorvete convencional de creme ou chocolate, na mesma quantidade, deve ter em torno de 120 a 140 calorias. Então, é uma redução de 40%”, explica a nutricionista.
É um sorvete altamente nutritivo com pouca gordura. “Muito bom, muito bom mesmo. Não só para crianças, mas para a gente também”, comenta um senhor.
- 12 sementes de sucupira quebradas (para liberar o óleo
aromático)
- 3 litros de água
Modo de Preparo
1- Numa panela em fogo médio ferva 3 litros de água
2- Assim que ferver jogue 12 sementes de sucupira quebradas. A
fervura vai abaixar. Assim que voltar a ferver conte 1 minuto e
meio e desligue o fogo. Tampe a panela e espere esfriar. Retire
as sementes e até 1,5 litro por dia.
Este chá é recomendável para tratamento de doenças ósseas,
artrite, artrose, reumatismo, úlceras, dermatoses, reumatismo
agudo, antidiabético.
Ervas medicinais podem interferir no tratamento de indivíduos HIV positivos, alerta Ministério da Saude
Muitos indivíduos portadores do HIV (vírus da imunodeficiência humana) necessitam de medicamentos específicos para o seu tratamento. Estes medicamentos são chamados de anti-retrovirais (ARV) e alguns exigem condições especiais para sua utilização, alerta o Ministério da Saúde (MS).
Pesquisadores de vários países demonstraram que o uso de suplementos de óleo de alho, na dosagem de 2 cápsulas de 5mg ao dia, comprometem a absorção principalmente dos Inibidores da Protease (Indinavir, Nelfinavir, Ritonavir, Saquinavir), diminuindo a concentração destes medicamentos no sangue, entre 51 e 54%.
Esta mesma interação se dá também com a Erva de São João ou Hipérico (Hypericum Perforatum), que chega a diminuir a concentração dos Inibidores da Protease em até 57%. Isto ocorre porque o alho, o hipérico e os medicamentos utilizam a mesma via de metabolismo no fígado e competem entre si.
Por isso, quem estiver usando algum destes medicamentos deve evitar o uso de óleo de alho e Erva de São João. O alho in natura pode ser mantido na alimentação normalmente. Vários outros estudos vem sendo realizados com outros Medicamentos Fitoterápicos, como Eqüinácea, Kava-Kava e Ginko Biloba, bem como com outros alimentos e estão ainda em andamento. Portanto o portador de HIV, antes de usar esses produtos deve esclarecer suas dúvidas com seu médico e nutricionista.
Os alimentos orgânicos não são mais nutritivos do que aqueles produzidos da forma convencional, revelou uma grande revisão de estudos sobre o tema divulgada na quarta-feira no Reino Unido, como mostra reportagem do jornal O GLOBO. O estudo não mediu, no entanto, outras vantagens atribuídas aos orgânicos, como a não utilização de agrotóxicos e fertilizantes em seu cultivo e os cuidados com o meio ambiente.
Pesquisadores da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres alertaram que os consumidores estariam pagando preços mais elevados em parte por causa dos benefícios nutricionais dos orgânicos, movimentando um mercado global estimado em US$ 48 bilhões, em 2007, sem que haja comprovação científica de tais benefícios.
A revisão de 162 estudos sobre o tema publicados ao longo dos últimos 50 anos revelou que não há diferença significativa.
- Um pequeno número de diferenças em nutrientes foi constatado entre os produtos orgânicos e os convencionais, mas sem nenhuma relevância em termos de saúde pública – afirmou Alan Dangour, um dos autores do estudo. – Nossa revisão indica que não há, atualmente, qualquer evidência a embasar a escolha dos alimentos orgânicos sobre os convencionais por conta de sua superioridade nutricional.
Financiada pela Agência de Padrões Alimentares do governo britânico e publicada na revista “American Journal of Clinical Nutrition”, a pesquisa estudou 20 das 23 categorias nutricionais, entre elas, concentração de vitamina C, cálcio e ferro presentes em legumes, frutas e verduras. O mesmo foi constatado em carnes, laticínios e ovos.
Uma outra pesquisa feita no Reino Unido no ano passado havia revelado que os britânicos que consomem orgânicos escolhem esses produtos por sua “qualidade e sabor”. Embora não haja um estudo semelhante no Brasil, aparentemente a busca por orgânicos aqui estaria mais ligada à ausência de agrotóxicos do que propriamente ao maior valor nutricional.