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Dicas para dieta de desintoxicação
Os excessos de sal, açúcar, gordura e álcool durante as festas de fim de ano prejudicam principalmente o fígado, além de provocar um desequilíbrio.
O Jornal Hoje consultou uma nutricionista para explicar como você pode limpar seu organismo dos excessos no período de festas.
A primeira segunda-feira do ano é chuvosa, mas a disposição para malhar é proporcional à culpa. A consciência pesa e o ponteiro da balança sobe.
Foram praticamente duas semanas seguidas de muitos excessos. Comidas gordurosas, doces, bebidas alcoólicas. Para desintoxicar, limpar o organismo, o Jornal Hoje ensina uma dieta que você pode experimentar por pelo menos um dia.
Para começar o dia, um suco de limão com capim limão. “Um limão com casca, partido, e dois raminhos de capim-limão cortados, de preferência, para ser fácil de bater no liquidificador. Um copo de água para poder fazer o suco”, explica a nutricionista Adriana Bassoul.
No almoço, um pouquinho mais de sacrifício. Lembre-se que seu corpo tem reservas e a ideia é eliminar gordura e açúcares retidos. A nutricionista propõe uma salada verde crua. “Folhas, muita folha. A diversidade neste momento é bem vinda”, garante.
Para acompanhar, arroz integral sem óleo, alho ou cebola. “O que eu quero dele? Eu quero a fibra. Quero eliminar o excesso de gordura do meu organismo, então vou sentir o sabor dele. Vou colocar o pouquinho de sal só para que as pessoas não achem muito sem gosto”.
No lanche da tarde, cenoura crua para melhorar o funcionamento do intestino e chá de limão com casca de limão e mais carqueja e boldo, que ajudam na desintoxicação do fígado.
Para o jantar, salada de folhas com aipo e chá de erva doce e camomila, que são ervas digestivas, diuréticas e calmantes. “Você pode ter um pouquinho de fome, mas resista, é só hoje. Vale a pena”, garante Adriana Bassoul.
A dieta deve ser feita no máximo durante dois dias, porque tem apenas 500 calorias. O recomendável para um adulto são 2.000 calorias por dia.
Dicas para dieta de desintoxicação
O sal retém líquido; o açúcar forma gordura, atrapalha a absorção de vitaminas e minerais; a gordura desequilibra as gorduras do organismo (como o colesterol) além de sobrecarregar o fígado e o álcool retém líquido e sobrecarrega o fígado.
A proposta de alimentação:
Desjejum (Café da Manhã)
Suco de limão com capim limão adoçado com agave – limão é alcalinizante, mineralizante, bactericida e consequentemente desintoxicante.
Almoço
Salada verde crua (alfaces, agrião, rúcula, orégano fresco ou hortelã fresca) – as folhas são ricas em fibras, vitaminas e minerais que ajudam ao equilíbrio orgânico.
Arroz integral com pouco sal – alimento rico em fibra solúvel que ajuda o funcionamento e a limpeza intestinal.
Lanche
Cenoura crua – alimento rico em fibra que ajuda o funcionamento e a limpeza intestinal.
Chá de limão + casca de limão + carqueja + boldo – ervas amargas ajudam na desintoxicação do fígado.
Jantar
Salada de folhas + aipo
Chá de erva-doce + camomila + boldo – ervas digestivas, diuréticas e calmantes.
Como fazer uma HORTA BONSAI
Estressado com as longas e cansativas horas no escritório? Pois saiba que, de acordo com uma pesquisa financiada pela empresa fabricante de suco Pomegreat, do Reino Unido, suco de romã pode ajudar a se sentir mais entusiasmado com o trabalho.
Os cientistas, liderados por Emad Al-Dujaili, da Universidade Queen Margaret, na Escócia, analisaram voluntários que beberam 500 ml de suco da fruta por dia durante duas semanas. No início e no fim do estudo, mediram a pulsação do grupo e forneceram questionários sobre estado de espírito e sentimentos em relação ao trabalho.
Segundo o jornal Daily Mail, quase todos os participantes relataram estar mais entusiasmados, inspirados, orgulhosos e ativos. Eram menos propensos a mencionar angústia, nervosismo, culpa e vergonha em comparação com o começo do levantamento. As taxas cardíacas estavam reduzidas.
No ano passado, os mesmos pesquisadores descobriram que, após um mês, pessoas que ingeriram uma garrafa de suco de romã diariamente tinham menos probabilidade de desenvolver células de gordura em torno do abdômen e apresentaram pressão arterial mais baixa.
Fonte: Terra
Medicina natural: veja o poder das plantas na cura de doenças
São 7h de sábado, e o um grupo de paulistanos já pulou da cama. Eles saem em busca de saúde e encontram alimentos livres de agrotóxicos. Já virou rotina para a tradutora Larissa Loenert, mãe do Gabriel de um ano e nove meses. Ela faz compras na feira de orgânicos toda semana, sem falta. E tem que ser bem cedo antes que os produtos acabem.
“Eu tenho os alimentos sem agrotóxico, tenho uma criança mais saudável, tenho uma alimentação em que eu confio mais. Estou levando muito mais saúde para casa, com certeza”, afirma Larissa.
Esse é o começo de uma mudança de hábitos do consumidor que anda cada vez mais exigente. Já não basta parecer saudável, afinal aparência não é tudo. O consumidor agora também quer saber de onde vem o que ele está comendo e como o que ele põe no prato foi produzido. A busca por alimentos orgânicos é, no fundo, a busca por uma espécie de selo de qualidade, uma garantia de que o que ele come hoje não vai fazer nenhum mal à saúde, nem agora nem no futuro.
Os alimentos orgânicos passaram por um teste na Universidade Federal do Paraná (UFPR). “O mais importante não é só o que eles têm, mas o que eles não têm, e o que eles não têm é contaminação por agrotóxicos. Então, recomendam-se os orgânicos”, aposta a química Sônia Stertz, da UFPR.
A pesquisadora Sônia foi a campo. O que ela colheu nas plantações próximas a Curitiba foi direto para o laboratório. E dez alimentos passaram pelos testes: agrião, alface, batata, couve-flor, espinafre, tomate-cereja, tomate-salada, morango, pepino e cenoura. Conclusão: os orgânicos levaram vantagem em relação aos alimentos cultivados com uso de produtos químicos.
“Apresentavam maior concentração de nutrientes, quando comparados aos convencionais, como fibra alimentar, proteína, açúcares e também alguns minerais como ferro, potássio e selênio”, explica a pesquisadora.
Algumas amostras se destacaram na pesquisa, como é caso da batata e do morango. Não é à toa que o agricultor Isaías José Pereira hoje vive todo orgulhoso. “Os morangos têm uma concentração maior de açúcar com vários minerais como cálcio, sódio, potássio e selênio, com teores mais elevados que os convencionais. Isso é muito positivo”, afirma a química da UFPR.
O alimento orgânico é saudável, bonito e saboroso. Há dez anos, o agricultor mineiro Isaías trocou o plantio convencional pela produção de morangos orgânicos. Foi depois de observar um fenômeno curioso na sua propriedade. O canteiro que recebia agrotóxico estava cheio de ácaro. Em outro terreno meio abandonado, sem veneno, os morangos cresciam bonitos.
“Eu fui vendo aquilo e eu pensei: o quê que está errado? Lá na lavoura abandonada, estava cheinho de predador natural. E na convencional, o predador não chegava porque tinha veneno”, conta Isaías.
O agricultor viu que não precisava mais do agrotóxico. É no que todas as pessoas que vão a uma feira de orgânicos também acreditam.
A pesquisa da Universidade Federal do Paraná também mostrou que os alimentos orgânicos testados em laboratório tinham menos nitratos e nitritos, substâncias que podem ser cancerígenas e provocar má formação genética.
Fonte: Globo Reporter
O Pepino é alcalinizante, refrescante e excelente mineralizante (contém fósforo, potássio, cálcio, enxofre, etc.), além de ser laxante. E usado com muito sucesso no combate à gota e ao ácido úrico. A combinação dos legumes, suco de pepino e cenoura é recomendada por hospitais naturalistas, pelo seu efeito benéfico no tratamento de ácido úrico e gota.