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	<title>Ervas Medicinais - Tudo sobre Ervas &#187; fitoterapicos</title>
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		<title>Fitoterápicos</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fitoterápicos Fitoterápicos &#8211; A natureza a favor do emagrecimento ErvasHorta em CasaConheça a origem, propriedades e os diversos tipos de azeiteVeja como prevenir a osteoporoseDieta do limãoConheça a importância de cada vitamina para o nosso corpoPlantasfolhas comestiveismanacá cânfora mirra angélica ervas são paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Fitoterápicos</h2>
<p><b>Fitoterápicos</b> &#8211; A natureza a favor do emagrecimento</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube-nocookie.com/embed/KoiK-Z9Y6b4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Linhaça</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 18:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linhaça propriedades A semente de linhaça é considerada um alimento funcional, pois, além de ter suas propriedades nutricionais básicas, tem propriedades preventivas graças aos compostos antioxidantes e anticancerígenos. Semente Linhaça A semente de linhaça tem cerca de 39% de óleo em sua composição. Seu óleo é um dos alimentos mais rico em Ômega 3 da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Linhaça propriedades</h2>
<p>A semente de linhaça é considerada um alimento funcional, pois, além de ter suas propriedades nutricionais básicas, tem propriedades preventivas graças aos compostos antioxidantes e anticancerígenos.</p>
<h2>Semente Linhaça</h2>
<p>A semente de linhaça tem cerca de 39% de óleo em sua composição. Seu óleo é um dos alimentos mais rico em Ômega 3 da natureza (cerca de 57%) e de Ômega 6. A relação ideal entre Ômega 3 e Ômega 6 é de 1:4 respectivamente, enquanto o óleo vegetal de linhaça apresenta uma relação de 1:3, muito próxima do ideal. Essa presença balanceada entre o Ômega 3 e o Ômega 6 permite a produção das prostaglandinas, que são corpos biologicamente muito ativos e importantes que agem como removedoras do excesso de sódio nos rins, diminuindo assim a retenção de líquidos, o que alívia os sintomas do período pré-menstrual. A alta taxa de Ômega 3 faz da linhaça um alimento de cárater preventivo à saúde, sendo um importante agente antioxidante e renovador celular.</p>
<p>Além disso, a linhaça é a maior fonte alimentar de lignanas, um fitoesteróide que &#8220;imita&#8221; a ação do estrógeno. A lignana é muito importante no período da menopausa, quando as taxas desse hormônio são baixas, sendo ela um importante agente natural na reposição desse hormônio. A lignana &#8220;engana&#8221; os receptores de estrógeno e se acopla a eles. Tratando-se de um óleo vegetal natural, os fitoesteróides têm uma ação fraca em relação ao estrógeno, não tendo ação negativa sobre o tecido mamário. Sendo assim, a lignana é uma substância importante na prevenção do câncer de mama, por neutralizar a ação do estrógeno sobre esse tecido. Existem alguns relatos de indução de icterícia, e reacções exantemáticas, possivelmente relacionadas com a dose e consumo exagerado.</p>
<h2>óleo linhaça</h2>
<p>O óleo da linhaça tem na maior parte da sua composição gorduras poliinsaturadas não produzidas pelo corpo. Veja a porcentagem de gorduras do óleo de linhaça:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>Tipos de Gorduras</td>
<td>%Total de Gorduras</td>
</tr>
<tr>
<td>Gorduras Saturadas</td>
<td>9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Gorduras Monoinsaturadas</td>
<td>18%</td>
</tr>
<tr>
<td>Gorduras Polinsaturadas</td>
<td>Ômega-3—57%</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>Ômega-6—16%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span id="Propriedades_Medicinais" class="mw-headline">Propriedades Medicinais</span></h2>
<p>A semente de <strong>linhaça</strong> é considerada um alimento <em>funcional</em>, pois, além de ter suas propriedades nutricionais básicas, tem propriedades <em>preventivas</em> graças aos compostos <em>antioxidantes</em> e <em>anticancerígenos</em>.</p>
<h2>Linhaça Benefícios</h2>
<p>A sua constituição ainda conta com uma alta taxa de fibras solúveis (ideal como laxante e auxiliar na digestão), vitaminas B1, B2, C, E, caroteno, ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.</p>
<p>Estudos mostram que é boa para os diabéticos, pois estabiliza os níveis de açúcar no sangue e também é uma auxiliar para a prevenção da obesidade, pois ela ativa mais o metabolismo.</p>
<h2>Benefícios &#8211;  Propriedades &#8211; Produtos naturais</h2>
<p><a href="http://linhaca.degratis.org">Tudo sobre a Linhaça</a></p>
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		<title>Cavalinha</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 10:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cavalinha: A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por &#8220;equi&#8221; (cavalo) e &#8220;setum&#8221; (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-82" title="Equisetum_hyemale2" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/06/Equisetum_hyemale2-150x150.jpg" alt="Equisetum_hyemale2" width="150" height="150" /><strong>Cavalinha</strong>:<br />
A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por &#8220;equi&#8221; (cavalo) e &#8220;setum&#8221; (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras.</p>
<p>As cavalinhas são plantas vasculares, perfazendo cerca de 16 espécies de plantas do gênero Equisetum. Este gênero é o único na família Equisetaceae, a qual por sua vez é a única família da ordem Equisetales e da classe Equisetopsida (também conhecida como Arthrophyta em livros antigos), embora algumas análises moleculares recentes coloquem este gênero dentro das Pteridophytas, relacionando-as aos Marattiales. Estes dados moleculares, contudo, são ainda ambíguos. Outras classes e ordens de Equisetophyta são conhecidas a partir de informação fóssil, pois eles foram importantes membros da flora durante o período Carbonífero</p>
<p>O gênero é comum nas cidades e está presente em todos continentes exceto Austrália e Antártica. Elas são plantas perenes e herbáceas, secando no inverno (para a maioria das espécies temperadas) ou sempre verde (para algumas espécies tropicais, e a espécie temperada Equisetum hyemale). A maioria delas cresce 0,2 – 1,5 m de altura, embora a E. telmateia possa excepcionalmente alcançar 2,5 m, e a espécie tropical E. giganteum 5 m, e E. myriochaetum 8 m.</p>
<p>Nestas plantas, as folhas são muito reduzidas, mostrando-se inicialmente como pequenas inflorescências translúcidas. Os caules são verdes e fotossensíveis, apresentando como características distintas o fato de serem ocos, com juntas e estrias.</p>
<p>Considera-se que esta planta tem mais de 300 milhões de anos sendo assim, comparativamente, uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo.</p>
<p>Características</p>
<p>A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, consequentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas, mas reduzidas a tamanho insignificante.</p>
<p>O caule é de cor verde, oco, fotossintético, com textura áspera ao tacto por causa da presença de silício e pode ser encontrado de duas maneiras:</p>
<p>- o caule fértil, geralmente curto, surge no início da primavera. Apresenta na extremidade a espiga produtora de esporos, que serve para a sua reprodução, que, porém, também pode ocorrer através de rizomas.<br />
- o caule estéril, geralmente longo, surge depois que o caule fértil murcha.</p>
<p>Os esporos estão contidos em estróbilos apicais.</p>
<p>Sua composição química é formada por grande quantidade de silício e quantidades menores de cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio, entre outros.</p>
<p>É adaptada a solos húmidos e por ser agressiva e persistente, deve–se cuidar para que não se torne uma erva daninha.</p>
<p><strong>Aplicações terapêuticas</strong><br />
Suas propriedades adstringentes e diuréticas, auxiliam no tratamento da gonorréia, diarréias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fraturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.</p>
<p>É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.</p>
<p>Com fins ornamentais é utilizada na composição da flora de lagos decorativos, em áreas brejosas, etc.</p>
<p><strong>Restrições de uso</strong></p>
<p>A cavalinha pode ser considerada tóxica ao gado vacum, devido à grande quantidade de silício presente em seus tecidos, o que pode causar diarréias com presença de sangue, abortos e fraqueza nos animais. Já os animais monogástricos não são afetados.</p>
<p><strong>Formas de utilização</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.chabr.net">Chá</a> por decocção</strong></p>
<p>Ingredientes: 2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água</p>
<p>Coloca-se a planta em um recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Coa-se e toma-se ainda quente.</p>
<p><strong>Óleo para prevenir estrias</strong></p>
<p>Coloca-se um ramo ou caule da cavalinha (já seca) em um vidro pequeno de óleo de amêndoas. Deixa-se macerar por 30 dias e passa-se na pele, sempre após o banho.</p>
<p><strong>Infusão para limpeza de pele</strong></p>
<p>Coloca-se um pouco da planta (fresca ou seca) em uma vasilha e despeja-se água fervendo. Abafa-se e deixa-se descansar por 10 minutos. Depois de fria, usa-se a infusão para limpar a pele utilizando-se um chumaço de algodão.</p>
<p><strong>Para dar brilho aos cabelos e fortalecer as unhas</strong></p>
<p>Faça-se uma infusão (chá) com caules e folhas de cavalinha, deixa-se arrefecer e use enquanto seca o cabelo.</p>
<p>Para fortalecer as unhas, faça uma infusão mais concentrado, deixe-se amornar, e mantenh as unhas imersas por cerca de 15 minutos.</p>
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		<title>Caruru (planta)</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 03:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas Medicinais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caruru é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. É também conhecida como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo &#8220;caruru&#8221; ao prato preparado com esta planta. Planta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-77" title="220px-Amaranthus_viridis" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/06/220px-Amaranthus_viridis-150x150.jpg" alt="220px-Amaranthus_viridis" width="150" height="150" /><strong>Caruru</strong> é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. É também conhecida como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo &#8220;caruru&#8221; ao prato preparado com esta planta.</p>
<p>Planta nativa das Américas, foi a primeira vez conhecido pelos europeus através dos Maias no México. Na cultura brasileira estudiosos acreditam que foi culturalmente introduzido pelos africanos: admite-se que a cozinha africana tenha influenciado a culinária brasileira. Foram comparadas a culinária do Daomé nagô e da Nigéria ioruba com a cozinha baiana. Foram recíprocas as influências. Cita-se o caso do caruru de origem indígena, preparado com bredo, outra planta do gênero Amaranthus e que, levado para a África incorporou o quiabo, planta africana, tendo, então, o caruru retornado modificado, para o Brasil.</p>
<p>Atualmente é considerado erva-daninha em plantações por ser incrivelmente espontâneo e adaptado às condições climáticas brasileiras. É um ótimo indicador de qualidade do solo. Se for comparado com outras plantas indicadoras ele indica terra boa, rica em potássio (K &#8211; além de 7% da CTC), milhã pode indicar terra desgastada e tiririca indica terra desestruturada e ácida. Por estas razões e também por suas propriedades nutricionais ele poderia ser mais valorizado tanto na nutrição, quanto na medicina e na agricultura.</p>
<p>Todas as partes do caruru são comestíveis. É um alimento rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Tendo funções medicinais como lactígeno, combate também infecções, problemas hepáticos, hidropsia e catarro da bexiga. As sementes podem ser ingeridas torradas ou em pães e outras receitas.</p>
<p><strong>Lista de espécies</strong></p>
<p>Algumas espécies de Amaranthus incluem:<br />
Amarantuhs viridis L.: caruru de mancha, caruru pequeno, caruru de porco.<br />
Amaranthus hibridus L.: bredo vermelho, caruru bravo, caruru roxo, chorão, crista de galo.<br />
Amaranthus spinosus L.: bredo, bredo de chifre, bredo de espinho, caruru bravo, caruru de espinho, caruru.<br />
Amaranthus lividus L.: caruru de cuia.</p>
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