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	<title>Ervas Medicinais - Tudo sobre Ervas &#187; Fitoterapia</title>
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		<title>Própolis</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Própolis é uma substância resinosa obtida pelas abelhas através da coleta de resinas da flora (pasto apícola) da região, e alteradas pela ação das enzimas contidas em sua saliva. A cor, sabor e o aroma da própolis variam de acordo com sua origem botânica. A palavra &#8220;propolis&#8221; vem do grego: ["pro"=em favor de] + ["polis"=cidade], [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ervas.net">Própolis</a> é uma substância resinosa obtida pelas abelhas através da coleta de resinas da flora (pasto apícola) da região, e alteradas pela ação das enzimas contidas em sua saliva. A cor, sabor e o aroma da própolis variam de acordo com sua origem botânica.</p>
<p>A palavra &#8220;propolis&#8221; vem do grego: ["pro"=em favor de] + ["polis"=cidade], isto é, para o bem, em defesa da cidade, no caso, a colmeia. Escreve-se O ou A Própole.</p>
<p>Os gregos chamavam própolis às portas de uma cidade, voz tomada pelo prefixo ‘pro-‘ e ‘polis’ (cidade). Mais tarde, Plínio empregou esta palavra em latim para dar nome à cera – extraída da polpa das árvores – com a qual as abelhas recobrem a entrada de suas colméias a fim de protegê-las contra fungos e bactérias.</p>
<p>As propriedades antibióticas e fungicidas desta substância, que em nossa língua se chama própole, eram conhecidas desde a mais remota antiguidade pelos sacerdotes egípcios e pelos médicos gregos e romanos, assim como por algumas culturas sul americanas.</p>
<p>Própolis, ou própole, está vinculada através de ‘polis’ com muitas outras palavras da nossa língua, tais como político (relativo à cidade)e metrópole (cidade principal).‘Polis’ provém do sânscrito ‘pur’ (cidade fortificada), que se encontra no nome de Singapura (cidade dos leões).</p>
<h2>Propriedades</h2>
<p>Entre suas propriedades podemos citar:</p>
<ul>
<li></li>
<li>Antimicrobiana</li>
<li>Antifúngica</li>
<li>Antivirótica</li>
<li>Antiprotozoário</li>
<li>Bactericida e bacteriostática</li>
<li>Anestésica</li>
<li>Antiinflamatória</li>
<li>Antioxidante</li>
<li>Estimulante sexual</li>
<li>Cicatrizante e regeneração de tecidos</li>
<li>Anti-sépticas e hipotensivas</li>
<li>Tratamento de gengivites</li>
<li>Atividade hepatoprotetora e agente anti-úlceras</li>
<li>Estimuladora do sistema imunológico</li>
<li>Ação inibidora na multiplicação de células tumorais</li>
</ul>
<div id="crp_related"><h1>Ervas</h1><ul><li><a href="http://www.ervas.net/bardana/bardana.html" rel="bookmark" class="crp_title">Bardana</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/alimentos-organicos-2/horta-organica-em-apartamento.html" rel="bookmark" class="crp_title">Horta orgânica em apartamento</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/lavanda/lavanda.html" rel="bookmark" class="crp_title">Alfazema</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/limao/limao.html" rel="bookmark" class="crp_title">Limão</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/alecrim/alecrim.html" rel="bookmark" class="crp_title">Alecrim</a></li></ul></div><h2>Plantas</h2><ul><li><a href="http://www.ervas.net/fitoterapia/propolis.html" title="fitoterapia">fitoterapia</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/fitoterapia/propolis.html" title="foto da erva guaco">foto da erva guaco</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/fitoterapia/propolis.html" title="plantas de algodão afetadas por fungos de solo">plantas de algodão afetadas por fungos de solo</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/fitoterapia/propolis.html" title="sofro de mal de chaga e potássio alto o q fazer não tenho preção alta">sofro de mal de chaga e potássio alto o q fazer não tenho preção alta</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Canela</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A caneleira (Cinnamomum zeylanicum, sinônimo C. verum) é uma pequena árvore com aproximadamente 10-15 m de altura, pertencendo à família Lauraceae. É nativa do Sri Lanka, no sul da Ásia. As folhas possuem um formato oval-longo com 7-18 cm de comprimento. As flores, que florescem em pequenos maços, são esverdeadas e possuem um odor distinto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-153" title="canela" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/10/canela.jpg" alt="canela" width="220" height="257" />A caneleira (Cinnamomum zeylanicum, sinônimo C. verum) é uma pequena árvore com aproximadamente 10-15 m de altura, pertencendo à família Lauraceae. É nativa do Sri Lanka, no sul da Ásia. As folhas possuem um formato oval-longo com 7-18 cm de comprimento. As flores, que florescem em pequenos maços, são esverdeadas e possuem um odor distinto. A fruta, arroxeada, com aproximadamente 1 centímetro, produz uma única semente.</p>
<p>A <strong><a href="http://www.ervas.net">canela</a></strong> é a especiaria obtida da parte interna da casca do tronco. É muito utilizada na culinária como condimento e aromatizante e na preparação de certos tipos de chocolate e licores. Na medicina, empregada como os óleos destilados, é conhecida por &#8216;curar&#8217; resfriados. O sabor e aroma intensos vêm do aldeído cinâmico ou cinamaldeído.</p>
<h2>Fitoterapia</h2>
<p>Estudos da Associação de Medicamentos dos Estados Unidos (USDA) indicam que o uso de canela na quantidade de uma colher de chá diariamente reduz significantemente o açúcar no sangue e melhora a taxa de colesterol (LDL e triglicerídeos). Os efeitos, que podem ser conseguidos ao utilizar canela em chás, beneficiam também diabéticos. Não se sabe ao certo se o consumo de canela é efetiva no combate à hipertensão arterial. Há três estudos em andamento monitorando a questão do efeito na pressão sangüínea.[</p>
<div id="crp_related"><h1>Ervas</h1><ul><li><a href="http://www.ervas.net/cha/cha-de-laranja-perfumado-com-canela.html" rel="bookmark" class="crp_title">CHÁ DE LARANJA PERFUMADO COM CANELA</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" rel="bookmark" class="crp_title">Unha de gato</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/casca-de-anta/casca-de-anta.html" rel="bookmark" class="crp_title">Casca-de-anta</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/canfora/canfora.html" rel="bookmark" class="crp_title">Cânfora</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/carqueja/carqueja.html" rel="bookmark" class="crp_title">Carqueja</a></li></ul></div><h2>Plantas</h2><ul><li><a href="http://www.ervas.net/canela/canela.html" title="chá de canela c açafrão">chá de canela c açafrão</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Unha de gato</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:21:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A unha-de-gato (Uncaria tomentosa) é uma planta nativa da Amazônia e que, segundos estudos publicados no início de 2009, pode ser utilizada para medicamentos contra a dengue. ErvasCasca-de-antaCanelaCarquejaAmoraCastanheiro-da-índiaPlantaservas abortivas plantas medicinaisplantas abortivas cháservas unha de gatofotos da erva unha de gatoplantas e ervas abortivasplantas silvestres comestíveis de portugalraízes flores frutos folhas cascas e na madeiraunha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A unha-de-gato (Uncaria tomentosa) é uma planta nativa da Amazônia e que, segundos estudos publicados no início de 2009, pode ser utilizada para medicamentos contra a <a href="http://dengue.blogsbr.com/">dengue</a>.</p>
<p><img src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/07/Thorns_U_tomentosa.jpg" alt="Thorns_U_tomentosa" title="Thorns_U_tomentosa" width="199" height="165" class="aligncenter size-full wp-image-111" /></p>
<div id="crp_related"><h1>Ervas</h1><ul><li><a href="http://www.ervas.net/casca-de-anta/casca-de-anta.html" rel="bookmark" class="crp_title">Casca-de-anta</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/canela/canela.html" rel="bookmark" class="crp_title">Canela</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/carqueja/carqueja.html" rel="bookmark" class="crp_title">Carqueja</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/amora/amora-2.html" rel="bookmark" class="crp_title">Amora</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/castanheiro-da-india/castanheiro-da-india.html" rel="bookmark" class="crp_title">Castanheiro-da-índia</a></li></ul></div><h2>Plantas</h2><ul><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="ervas abortivas plantas medicinais">ervas abortivas plantas medicinais</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="plantas abortivas chás">plantas abortivas chás</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="ervas unha de gato">ervas unha de gato</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="fotos da erva unha de gato">fotos da erva unha de gato</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="plantas e ervas abortivas">plantas e ervas abortivas</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="plantas silvestres comestíveis de portugal">plantas silvestres comestíveis de portugal</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="raízes flores frutos folhas cascas e na madeira">raízes flores frutos folhas cascas e na madeira</a></li><li><a href="http://www.ervas.net/unha-de-gato/unha-de-gato.html" title="unha de gato planta">unha de gato planta</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Cavalinha</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 10:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cavalinha: A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por &#8220;equi&#8221; (cavalo) e &#8220;setum&#8221; (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-82" title="Equisetum_hyemale2" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/06/Equisetum_hyemale2-150x150.jpg" alt="Equisetum_hyemale2" width="150" height="150" /><strong>Cavalinha</strong>:<br />
A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por &#8220;equi&#8221; (cavalo) e &#8220;setum&#8221; (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras.</p>
<p>As cavalinhas são plantas vasculares, perfazendo cerca de 16 espécies de plantas do gênero Equisetum. Este gênero é o único na família Equisetaceae, a qual por sua vez é a única família da ordem Equisetales e da classe Equisetopsida (também conhecida como Arthrophyta em livros antigos), embora algumas análises moleculares recentes coloquem este gênero dentro das Pteridophytas, relacionando-as aos Marattiales. Estes dados moleculares, contudo, são ainda ambíguos. Outras classes e ordens de Equisetophyta são conhecidas a partir de informação fóssil, pois eles foram importantes membros da flora durante o período Carbonífero</p>
<p>O gênero é comum nas cidades e está presente em todos continentes exceto Austrália e Antártica. Elas são plantas perenes e herbáceas, secando no inverno (para a maioria das espécies temperadas) ou sempre verde (para algumas espécies tropicais, e a espécie temperada Equisetum hyemale). A maioria delas cresce 0,2 – 1,5 m de altura, embora a E. telmateia possa excepcionalmente alcançar 2,5 m, e a espécie tropical E. giganteum 5 m, e E. myriochaetum 8 m.</p>
<p>Nestas plantas, as folhas são muito reduzidas, mostrando-se inicialmente como pequenas inflorescências translúcidas. Os caules são verdes e fotossensíveis, apresentando como características distintas o fato de serem ocos, com juntas e estrias.</p>
<p>Considera-se que esta planta tem mais de 300 milhões de anos sendo assim, comparativamente, uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo.</p>
<p>Características</p>
<p>A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, consequentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas, mas reduzidas a tamanho insignificante.</p>
<p>O caule é de cor verde, oco, fotossintético, com textura áspera ao tacto por causa da presença de silício e pode ser encontrado de duas maneiras:</p>
<p>- o caule fértil, geralmente curto, surge no início da primavera. Apresenta na extremidade a espiga produtora de esporos, que serve para a sua reprodução, que, porém, também pode ocorrer através de rizomas.<br />
- o caule estéril, geralmente longo, surge depois que o caule fértil murcha.</p>
<p>Os esporos estão contidos em estróbilos apicais.</p>
<p>Sua composição química é formada por grande quantidade de silício e quantidades menores de cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio, entre outros.</p>
<p>É adaptada a solos húmidos e por ser agressiva e persistente, deve–se cuidar para que não se torne uma erva daninha.</p>
<p><strong>Aplicações terapêuticas</strong><br />
Suas propriedades adstringentes e diuréticas, auxiliam no tratamento da gonorréia, diarréias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fraturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.</p>
<p>É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.</p>
<p>Com fins ornamentais é utilizada na composição da flora de lagos decorativos, em áreas brejosas, etc.</p>
<p><strong>Restrições de uso</strong></p>
<p>A cavalinha pode ser considerada tóxica ao gado vacum, devido à grande quantidade de silício presente em seus tecidos, o que pode causar diarréias com presença de sangue, abortos e fraqueza nos animais. Já os animais monogástricos não são afetados.</p>
<p><strong>Formas de utilização</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.chabr.net">Chá</a> por decocção</strong></p>
<p>Ingredientes: 2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água</p>
<p>Coloca-se a planta em um recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Coa-se e toma-se ainda quente.</p>
<p><strong>Óleo para prevenir estrias</strong></p>
<p>Coloca-se um ramo ou caule da cavalinha (já seca) em um vidro pequeno de óleo de amêndoas. Deixa-se macerar por 30 dias e passa-se na pele, sempre após o banho.</p>
<p><strong>Infusão para limpeza de pele</strong></p>
<p>Coloca-se um pouco da planta (fresca ou seca) em uma vasilha e despeja-se água fervendo. Abafa-se e deixa-se descansar por 10 minutos. Depois de fria, usa-se a infusão para limpar a pele utilizando-se um chumaço de algodão.</p>
<p><strong>Para dar brilho aos cabelos e fortalecer as unhas</strong></p>
<p>Faça-se uma infusão (chá) com caules e folhas de cavalinha, deixa-se arrefecer e use enquanto seca o cabelo.</p>
<p>Para fortalecer as unhas, faça uma infusão mais concentrado, deixe-se amornar, e mantenh as unhas imersas por cerca de 15 minutos.</p>
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		<title>Caruru (planta)</title>
		<link>http://www.ervas.net/caruru/caruru-planta.html</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 03:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas Medicinais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caruru é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. É também conhecida como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo &#8220;caruru&#8221; ao prato preparado com esta planta. Planta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-77" title="220px-Amaranthus_viridis" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/06/220px-Amaranthus_viridis-150x150.jpg" alt="220px-Amaranthus_viridis" width="150" height="150" /><strong>Caruru</strong> é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. É também conhecida como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo &#8220;caruru&#8221; ao prato preparado com esta planta.</p>
<p>Planta nativa das Américas, foi a primeira vez conhecido pelos europeus através dos Maias no México. Na cultura brasileira estudiosos acreditam que foi culturalmente introduzido pelos africanos: admite-se que a cozinha africana tenha influenciado a culinária brasileira. Foram comparadas a culinária do Daomé nagô e da Nigéria ioruba com a cozinha baiana. Foram recíprocas as influências. Cita-se o caso do caruru de origem indígena, preparado com bredo, outra planta do gênero Amaranthus e que, levado para a África incorporou o quiabo, planta africana, tendo, então, o caruru retornado modificado, para o Brasil.</p>
<p>Atualmente é considerado erva-daninha em plantações por ser incrivelmente espontâneo e adaptado às condições climáticas brasileiras. É um ótimo indicador de qualidade do solo. Se for comparado com outras plantas indicadoras ele indica terra boa, rica em potássio (K &#8211; além de 7% da CTC), milhã pode indicar terra desgastada e tiririca indica terra desestruturada e ácida. Por estas razões e também por suas propriedades nutricionais ele poderia ser mais valorizado tanto na nutrição, quanto na medicina e na agricultura.</p>
<p>Todas as partes do caruru são comestíveis. É um alimento rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Tendo funções medicinais como lactígeno, combate também infecções, problemas hepáticos, hidropsia e catarro da bexiga. As sementes podem ser ingeridas torradas ou em pães e outras receitas.</p>
<p><strong>Lista de espécies</strong></p>
<p>Algumas espécies de Amaranthus incluem:<br />
Amarantuhs viridis L.: caruru de mancha, caruru pequeno, caruru de porco.<br />
Amaranthus hibridus L.: bredo vermelho, caruru bravo, caruru roxo, chorão, crista de galo.<br />
Amaranthus spinosus L.: bredo, bredo de chifre, bredo de espinho, caruru bravo, caruru de espinho, caruru.<br />
Amaranthus lividus L.: caruru de cuia.</p>
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		<title>Limão</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 11:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas Medicinais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Limão]]></category>
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		<description><![CDATA[O limão é o fruto do limoeiro (Citrus x limon), uma árvore da família das rutáceas. Podemos dizer que existem cerca de 70 variedades, como por exemplo o limão &#8216;Eureka&#8217;, o limão &#8216;Lisboa&#8217;, o limão &#8216;Lunário&#8217;, &#8216;galego&#8217;, &#8216;taiti&#8217;, limão siciliano (Brasil), etc.. É originário da região sudeste da Ásia. Desconhecido para os antigos gregos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O limão é o fruto do limoeiro (Citrus x limon), uma árvore da família das rutáceas. Podemos dizer que existem cerca de 70 variedades, como por exemplo o limão &#8216;Eureka&#8217;, o limão &#8216;Lisboa&#8217;, o limão &#8216;Lunário&#8217;, &#8216;galego&#8217;, &#8216;taiti&#8217;, limão siciliano (Brasil), etc.. É originário da região sudeste da Ásia. Desconhecido para os antigos gregos e romanos, a primeira referência sobre este citrino encontra-se no livro de Nabathae sobre agricultura, datando do século III ou IV.</p>
<p>Trazido da Pérsia pelos conquistadores árabes, disseminou-se na Europa. Há relatos de limoeiros cultivados em Génova em meados do século XV bem como referências à sua existência nos Açores em 1494.</p>
<p>Séculos mais tarde, em 1742, os limões foram utilizados pela marinha britânica para combater o escorbuto, mas apenas em 1928 se obteve a ciência sobre a substância que combatia tal doença, batizado ácido ascórbico ou vitamina C, na qual o limão proporciona em grande quantidade: o sumo do limão contém aproximadamente 500 miligramas de vitamina C e 50 gramas de ácido cítrico por litro. Atualmente é uma das frutas mais conhecidas e utilizadas no mundo.</p>
<p>Popularizou-se no Brasil durante a chamada Gripe Espanhola (epidemia gripal de 1918), quando atingiu preços elevados, chegando a ser comprada por de dez a vinte mil réis cada unidade.</p>
<p>As suas aplicações na vida doméstica são inúmeras. Com o suco da fruta, preparam-se refrigerantes, sorvetes, molhos e aperitivos, bem como remédios, xaropes e produtos de limpeza. Da casca, retira-se uma essência aromática usada em perfumaria e no preparo de licores e sabões.</p>
<p>Em Fitoterapia, é utilizado para diversas patologias, tais como reumático, infecções e febres, aterosclerose, combate ateromas (remove placas gordurosas das artérias), constipações, gripes, dores de garganta, acidez gástrica e úrica (alcaliniza o sangue), frieiras, caspas, cicatrizações, ajuda a manutenção de colágeno, hemoglobina, atua como anti-séptico entre outras. O limão possui uma substância própria denominada limoneno capaz de combater os radicais livres. É, fundamentalmente, um remédio tónico que ajuda a manter a boa saúde.</p>
<p><strong>Características</strong></p>
<p>Um limão &#8216;taiti&#8217; maduro, pronto para ser colhido.</p>
<p>Os limoeiros são árvores pequenas (não atingem mais de 6 metros de altura), espinescentes, muito ramificadas, de caule e ramos castanho-claros; as folhas são alternas, oblongo-elípticas, com pontuações translúcidas; as inflorescências são de flores axilares, alvas ou violetas, em cacho. Reproduz-se por estacas de galhos, em solo arenoso e bem adubado, de preferência em regiões de clima quente ou temperado.</p>
<p>Propaga-se também por sementes, que requerem solo leve, fértil e bem arejado, em local ensolarado e protegido dos ventos. Frutifica durante todo o ano, em inúmeras variedades, que embora mudem no tamanho e na textura da casca, que pode ser lisa ou enrugada, quanto à cor, variam do verde-escuro ao amarelo-claro, exceto uma das espécies, que se assemelha a uma tangerina.</p>
<p><strong>Partes usadas</strong></p>
<p>Folhas, casca do fruto e suco do fruto.</p>
<p>Os que têm cor amarela ou amarelo-esverdeada, são cultivados sobretudo pelo sumo, embora a polpa e a casca também se utilizem em culinária. Os limões contêm uma grande quantidade de ácido cítrico, o que lhes confere um gosto ácido. No suco de limão, essa acidez chega a um pH de 2 a 3, em média.</p>
<p>Os limões e as limas servem-se regularmente como limonada (sumo de limão natural com água e açúcar), caipirinha ou como adorno para as bebidas alcoólicas e refrigerantes de cola com uma rodela dentro ou na borda do copo.</p>
<table style="margin: 0 0 0.5em 1em; border-collapse:collapse; border: 1px solid black; background: white; color: black;" border="0">
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" align="center"><strong>Suco de limão natural</p>
<p>Valor nutricional por 100 g</strong></th>
</tr>
<tr style="background:#e0e0e0; color:black;">
<td align="center">Energia 60 kcal   230 kJ</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="margin:0.3em;" border="0" cellspacing="0px" cellpadding="0px">
<tbody>
<tr>
<th align="left">Carbohidratos</th>
<td>g</td>
</tr>
<tr>
<th align="left">Gorduras</th>
<td>0.7 g</td>
</tr>
<tr>
<th align="left">Proteina</th>
<td>1 g</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Água</strong></td>
<td>89 g</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitamina A  12 μg</td>
<td>1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitamina B1  0.55 mg</td>
<td>42%</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitamina B2  0.60 mg</td>
<td>40%</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitamina B3  0.31 mg</td>
<td>2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitamina C  31 mg</td>
<td>52%</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferro  0.35 mg</td>
<td>3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Magnésio  5 mg</td>
<td>1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fósforo  21 mg</td>
<td>3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Potássio  127 mg</td>
<td>3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Enxofre 10 mg</td>
<td>%</td>
</tr>
<tr>
<th align="left">Ácido citrico</th>
<td>5 g</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr style="background:#e0e0e0; color:black;">
<td align="center"><small>Percentagem relativas para adultos.<br />
</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Alecrim</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 20:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas Medicinais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O alecrim ou rosmaninho (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar. Descrição Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. A parte inferior das folhas é de cor verde-acinzentada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>alecrim</strong> ou rosmaninho (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar.</p>
<p><strong>Descrição</strong></p>
<p>Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. A parte inferior das folhas é de cor verde-acinzentada, enquanto a superior é quase prateada. As flores reúnem-se em espiguilhas terminais e são de cor azul ou esbranquiçada. O fruto é um aquênio. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins.</p>
<p>Toda a planta exala um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinários, medicinais, religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como por exemplo, na produção da água-de-colônia, pois contém tanino, óleo essencial, pinere, cânfora e outros princípios ativos que lhe conferem propriedades excitantes, tônicas e estimulantes.</p>
<p>A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.</p>
<p>Sinonímia botânica: Rosmarinus latifolius Mill.</p>
<p><strong>Aplicações medicinais</strong></p>
<p>A medicina popular recomenda o <strong>alecrim</strong> como um estimulante para todas as pessoas atacadas de debilidade extrema, sendo empregado também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.</p>
<p>Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim, que também se recomendam a todas as pessoas cujo estômago seja preguiçoso para digerir.</p>
<p>Também apresenta propriedades carminativas, emenagogas, desinfectantes e aromáticas.</p>
<p>Uma Infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver. Tome-se depois das refeições.</p>
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		<title>Acônito</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 20:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas Medicinais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acônito]]></category>
		<category><![CDATA[ervas]]></category>
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		<description><![CDATA[O acônito (Aconitum napellus) é uma planta venenosa, pertencente à família Ranunculaceae muito utilizada em medicamentos homeopáticos. Possui raízes tuberosas e caule ereto, com flores azuis na forma de um elmo. O fruto é uma vesícula. Os sintomas do envenenamento por sua causa são salivação excessiva, falta de ar, tremores e aceleração dos batimentos cardíacos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>acônito</strong> (Aconitum napellus) é uma planta venenosa, pertencente à família Ranunculaceae muito utilizada em medicamentos homeopáticos.</p>
<p>Possui raízes tuberosas e caule ereto, com flores azuis na forma de um elmo. O fruto é uma vesícula.</p>
<p>Os sintomas do envenenamento por sua causa são salivação excessiva, falta de ar, tremores e aceleração dos batimentos cardíacos. Apenas 10 gramas de raíz constituem uma dose letal para o ser humano.</p>
<p>É o uma planta vivaz que pode atingir até 1,5 metros de altura, tem folhas verde-escuras, palmeadas e recortadas, flores azuis, raramente brancas, e raiz fusiforme. Dá-se bem nas regiões montanhosas, é medicinal e costuma cultivar-se também em jardins, como planta ornamental.</p>
<p>Todas as suas variedades são venenosas quando a semente já está madura. O Aconitum napellus, comum em terrenos húmidos, cultiva-se muito em jardins. Todas as partes da planta são muito venenosas em virtude de possuírem alcalóides distintos.</p>
<p>Outras espécies de acónito existentes em Espanha e Portugal são a erva toira (A. anthora), ou acónito da saúde, e o matalobos (A. lycotonum),vde flor amarela.</p>
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		<title>Abóbora</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas Medicinais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abóbora é a designação comum do fruto da aboboreira (Cucurbita spp.), planta hortícola da família das cucurbitáceas, tal como a melancia, o melão, o chuchu e o pepino. As espécies mais conhecidas são: Cucurbita moschata, Cucurbita maxima, Cucurbita pepo. Por serem espécies de polinização cruzada, há grande variedade de formas, cores e textura dos frutos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abóbora</strong> é a designação comum do fruto da aboboreira (Cucurbita spp.), planta hortícola da família das cucurbitáceas, tal como a melancia, o melão, o chuchu e o pepino. As espécies mais conhecidas são: Cucurbita moschata, Cucurbita maxima, Cucurbita pepo. Por serem espécies de polinização cruzada, há grande variedade de formas, cores e textura dos frutos, bem como em outras características das plantas.</p>
<p>A cultura da abóbora está muito difundida no Brasil e em Portugal. Originária da América, era parte substancial da base da alimentação das civilização Olmeca, que posteriormente foi absorvida pelas civilizações Asteca, Inca e Maia.</p>
<p>A abóbora é um fruto rico em vitamina A que também fornece vitaminas do complexo B, cálcio e fósforo, e possui poucas calorias e é de fácil digestão.</p>
<p><strong>Propriedades Fitoterápicas</strong><br />
O suco extraído das flores é bom para o estômago (estomáquico), sendo também usado, externamente, para dor de ouvido.<br />
As folhas e flores pisadas (amassadas, expremidas, socadas &#8211; até virar uma pasta) são usadas em fricções para tratar a erisipela, uma inflamação aguda da pele que provoca seu enrubecimento.<br />
As sementes são vermífugas (contra vermes), mas de efeito lento. Usar as sementes trituradas em forma de sucos contra a febre e inflamações das vias urinárias (fazer sucos com as sementes moídas).<br />
A polpa da abóbora, cozida, atua como emoliente (que alivia as dores de uma superfície interna e irritada).</p>
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