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	<title>Ervas Medicinais - Tudo sobre Ervas &#187; Cavalinha</title>
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		<title>Casca-de-anta</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 04:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casca-de-anta (Drimys winteri) é uma árvore da família Winteraceae oriunda do Chile e partes da Argentina com indicações medicinais. Popularmente é utilizada como anti-anêmica, para fraqueza e digestiva e para vômitos.

A Casca-de-anta é também conhecida por casca d&#8217;anta, paratudo ou para tudo.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Casca-de-anta (Drimys winteri) é uma árvore da família Winteraceae oriunda do Chile e partes da Argentina com indicações medicinais. Popularmente é utilizada como anti-anêmica, para fraqueza e digestiva e para vômitos.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-89" title="220px-Drimys_winteri_RJB" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/07/220px-Drimys_winteri_RJB.jpg" alt="220px-Drimys_winteri_RJB" width="220" height="293" /></p>
<p>A Casca-de-anta é também conhecida por casca d&#8217;anta, paratudo ou para tudo.</p>
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		<title>Cavalinha</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 10:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ervas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abortivas]]></category>
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		<description><![CDATA[Cavalinha:
A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por &#8220;equi&#8221; (cavalo) e &#8220;setum&#8221; (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras.
As cavalinhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-82" title="Equisetum_hyemale2" src="http://www.ervas.net/wp-content/uploads/2009/06/Equisetum_hyemale2-150x150.jpg" alt="Equisetum_hyemale2" width="150" height="150" /><strong>Cavalinha</strong>:<br />
A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por &#8220;equi&#8221; (cavalo) e &#8220;setum&#8221; (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras.</p>
<p>As cavalinhas são plantas vasculares, perfazendo cerca de 16 espécies de plantas do gênero Equisetum. Este gênero é o único na família Equisetaceae, a qual por sua vez é a única família da ordem Equisetales e da classe Equisetopsida (também conhecida como Arthrophyta em livros antigos), embora algumas análises moleculares recentes coloquem este gênero dentro das Pteridophytas, relacionando-as aos Marattiales. Estes dados moleculares, contudo, são ainda ambíguos. Outras classes e ordens de Equisetophyta são conhecidas a partir de informação fóssil, pois eles foram importantes membros da flora durante o período Carbonífero</p>
<p>O gênero é comum nas cidades e está presente em todos continentes exceto Austrália e Antártica. Elas são plantas perenes e herbáceas, secando no inverno (para a maioria das espécies temperadas) ou sempre verde (para algumas espécies tropicais, e a espécie temperada Equisetum hyemale). A maioria delas cresce 0,2 – 1,5 m de altura, embora a E. telmateia possa excepcionalmente alcançar 2,5 m, e a espécie tropical E. giganteum 5 m, e E. myriochaetum 8 m.</p>
<p>Nestas plantas, as folhas são muito reduzidas, mostrando-se inicialmente como pequenas inflorescências translúcidas. Os caules são verdes e fotossensíveis, apresentando como características distintas o fato de serem ocos, com juntas e estrias.</p>
<p>Considera-se que esta planta tem mais de 300 milhões de anos sendo assim, comparativamente, uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo.</p>
<p>Características</p>
<p>A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, consequentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas, mas reduzidas a tamanho insignificante.</p>
<p>O caule é de cor verde, oco, fotossintético, com textura áspera ao tacto por causa da presença de silício e pode ser encontrado de duas maneiras:</p>
<p>- o caule fértil, geralmente curto, surge no início da primavera. Apresenta na extremidade a espiga produtora de esporos, que serve para a sua reprodução, que, porém, também pode ocorrer através de rizomas.<br />
- o caule estéril, geralmente longo, surge depois que o caule fértil murcha.</p>
<p>Os esporos estão contidos em estróbilos apicais.</p>
<p>Sua composição química é formada por grande quantidade de silício e quantidades menores de cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio, entre outros.</p>
<p>É adaptada a solos húmidos e por ser agressiva e persistente, deve–se cuidar para que não se torne uma erva daninha.</p>
<p><strong>Aplicações terapêuticas</strong><br />
Suas propriedades adstringentes e diuréticas, auxiliam no tratamento da gonorréia, diarréias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fraturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.</p>
<p>É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.</p>
<p>Com fins ornamentais é utilizada na composição da flora de lagos decorativos, em áreas brejosas, etc.</p>
<p><strong>Restrições de uso</strong></p>
<p>A cavalinha pode ser considerada tóxica ao gado vacum, devido à grande quantidade de silício presente em seus tecidos, o que pode causar diarréias com presença de sangue, abortos e fraqueza nos animais. Já os animais monogástricos não são afetados.</p>
<p><strong>Formas de utilização</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.chabr.net">Chá</a> por decocção</strong></p>
<p>Ingredientes: 2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água</p>
<p>Coloca-se a planta em um recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Coa-se e toma-se ainda quente.</p>
<p><strong>Óleo para prevenir estrias</strong></p>
<p>Coloca-se um ramo ou caule da cavalinha (já seca) em um vidro pequeno de óleo de amêndoas. Deixa-se macerar por 30 dias e passa-se na pele, sempre após o banho.</p>
<p><strong>Infusão para limpeza de pele</strong></p>
<p>Coloca-se um pouco da planta (fresca ou seca) em uma vasilha e despeja-se água fervendo. Abafa-se e deixa-se descansar por 10 minutos. Depois de fria, usa-se a infusão para limpar a pele utilizando-se um chumaço de algodão.</p>
<p><strong>Para dar brilho aos cabelos e fortalecer as unhas</strong></p>
<p>Faça-se uma infusão (chá) com caules e folhas de cavalinha, deixa-se arrefecer e use enquanto seca o cabelo.</p>
<p>Para fortalecer as unhas, faça uma infusão mais concentrado, deixe-se amornar, e mantenh as unhas imersas por cerca de 15 minutos.</p>
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