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Arruda

Posted by on Monday, 18 January, 2010

A arruda (Ruta graveolens L, Ruta montana, Ruta sativa, Ruta hortensis, Ruta latifolia) é uma planta da família das Rutáceas.

Também é denominada como arruda-fedorenta, arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, ruta-de-cheiro-forte.

Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas.

A medicina popular indica-a nos casos de supressão da menstruação, por seu efeito fortemente emenagogo. Também possui efeitos abortivos.

Suas folhas são utilizadas como chá com fins calmantes. Na forma de infusão (20 gramas para um litro de água), ou empregando-se as folhas secas em pó, combate os piolhos.

Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantida no ambiente, para espantar maus espíritos.

Boa sorte – Desde a antiga Grécia, era usada para afastar doenças contagiosas. Os escravos africanos usavam-na contra mau-olhado. A igreja, no início da era cristão, fazia raminhos de arruda para espargir água-benta nos fiéis. Preferida das rezadeira, é uma planta poderosa para descarga de íons positivos (nocivos) e de vibração emitida por inveja ou feitiço. Misturadas com outras ervas ou flores é um precioso componente de banhos mágicos para amor, sucesso e atração do que se busca. Um arranjo de arruda e rosas, faz as rosas durarem mais, e limpa o ambiente, trazendo clareza e proteção.

Plantas

Caruru (planta)

Posted by on Tuesday, 23 June, 2009

220px-Amaranthus_viridisCaruru é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. É também conhecida como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo “caruru” ao prato preparado com esta planta.

Planta nativa das Américas, foi a primeira vez conhecido pelos europeus através dos Maias no México. Na cultura brasileira estudiosos acreditam que foi culturalmente introduzido pelos africanos: admite-se que a cozinha africana tenha influenciado a culinária brasileira. Foram comparadas a culinária do Daomé nagô e da Nigéria ioruba com a cozinha baiana. Foram recíprocas as influências. Cita-se o caso do caruru de origem indígena, preparado com bredo, outra planta do gênero Amaranthus e que, levado para a África incorporou o quiabo, planta africana, tendo, então, o caruru retornado modificado, para o Brasil.

Atualmente é considerado erva-daninha em plantações por ser incrivelmente espontâneo e adaptado às condições climáticas brasileiras. É um ótimo indicador de qualidade do solo. Se for comparado com outras plantas indicadoras ele indica terra boa, rica em potássio (K – além de 7% da CTC), milhã pode indicar terra desgastada e tiririca indica terra desestruturada e ácida. Por estas razões e também por suas propriedades nutricionais ele poderia ser mais valorizado tanto na nutrição, quanto na medicina e na agricultura.

Todas as partes do caruru são comestíveis. É um alimento rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Tendo funções medicinais como lactígeno, combate também infecções, problemas hepáticos, hidropsia e catarro da bexiga. As sementes podem ser ingeridas torradas ou em pães e outras receitas.

Lista de espécies

Algumas espécies de Amaranthus incluem:
Amarantuhs viridis L.: caruru de mancha, caruru pequeno, caruru de porco.
Amaranthus hibridus L.: bredo vermelho, caruru bravo, caruru roxo, chorão, crista de galo.
Amaranthus spinosus L.: bredo, bredo de chifre, bredo de espinho, caruru bravo, caruru de espinho, caruru.
Amaranthus lividus L.: caruru de cuia.

Plantas

Carqueja

Posted by on Monday, 23 March, 2009

carquejaA carqueja (Baccharis trimera (Less) DC; Asteraceae) é uma planta ideal para canteiros de jardins, pois cresce formando tufos espessos. Algumas de suas propriedades medicinais são o combate a diabetes,anemia, inflamações das vias urinárias, baço, bexiga e rins.

Sinônimo botânico: Baccharis genisteiloides var. trimera (Less.) Baker., Baccharis trimera Person, (=Molina trimera Less.).

Cardamomo

Posted by on Monday, 23 March, 2009

O nome cardamomo é usado para designar diversas espécies em três géneros da família do gengibre (as zingiberáceas): Elettaria, Amomum e Aframomum. O cardamomo foi usado pela primeira vez aproximadamente no ano 700 d.C., na Índia meridional, e foi importado para a Europa, pela primeira vez, em cerca de 1200. São plantas nativas das florestas húmidas do sul da Índia, do Sri Lanka, Malásia e Sumatra. Hoje em dia é cultivado no Nepal, Tailândia e América Central. Constitui uma especiaria vastamente usada na Coreia, Vietname e Tailândia.

Tipos de cardamomo e sua distribuição

Os três principais géneros da família do gengibre que são geralmente designadas como cardamomo têm a seguinte distribuição geográfica:

  • Elettaria (ou cardamomo-verde) distribui-se da Índia até à Malásia;
  • Amomum (também designado como Kravan, Cardamomo-de-java, cardamomo-de-bengala, cardamomo-siamês, grãos-da-guiné ou grãos-do-paraíso ou, ainda, cardamomo-branco, cardamomo-verde, cardamomo-vermelho e cardamomo-preto) tem a sua área principal de distribuição na Ásia e na Austrália;
  • Aframomum (ou cardamomo-de-madagáscar) existe principalmente na África e Madagáscar.

Uso pelo ser humano

Praticamente todas as espécies de cardamomo têm uso medicinal ou são usadas como especiaria. Em geral:

  • Elettaria subulatum é usada como especiaria, como masticatório, além de poder, ainda, ser fumada. Serve de alimento para as lagartas de Endoclita hosei.
  • Aframomum é usada como especiaria;
  • Amomum é usada como planta medicinal na medicina tradicional chinesa, indiana, vietnamita e coreana.

Uso na medicina tradicional

Na Índia, o cardamomo-verde (A. subulatum) é largamente usado para tratar infecções nas gengivas e nos dentes, na prevenção de doenças da garganta, congestão pulmonar, tuberculose pulmonar, inflamação das pálpebras e problemas digestivos. É também referido como antídoto para veneno de algumas cobras e escorpiões.

Algumas espécies do género Amomum são ainda usadas na medicina tradiconal indiana. Entre outras espécies, variedades e cultivares, a Amomum villosum é usada pela medicina tradicional chinesa para tratar dores estomacais, constipações, disenteria e outros problemas digestivos. O cardamomo-tsaoko é cultivado na província chinesa de Yunnan, tanto como especiaria como para fins medicinais.

Cinco-Chagas

Posted by on Monday, 23 March, 2009

O Cinco-Chagas (Tropaeolum majus) é uma Planta da família dos Tropaeolaceae.

Com um pequeno porte, o Cinco-Chagas tem frutos que comem-se em conservas e suas flores em saladas. O seu fruto é mais preferido pelas maritacas.

Louro

Posted by on Monday, 23 March, 2009

loureiroO loureiro ou louro (Laurus nobilis) é uma árvore do gênero Laurus da família botânica das Lauraceae ou lauráceas. É originária do Mediterrâneo. Varia entre 5 e 10 m, mas pode atingir até 20 m de altura. Suas folhas são vistosas, coriáceas e com odor muito característico. Por isso são muito usadas em condimentos na culinária em geral. O seu fruto é do tipo baga e quando maduro tem cor negra. Além disso a madeira dessa árvore é de excelente qualidade. Possui ainda algumas propriedades medicinais para reumatismo, estômago, etc.

Na Grécia Antiga as coroas confeccionadas com ramos de louro eram o símbolo da vitória para os atletas e heróis nacionais. Esse costume também foi herdado na Roma na época dos Césares. Por isso o termo laureado deriva justamente do gênero Laurus.

A medicina popular indica o chá das suas folhas em caso de problemas com a digestão.

É necessária extrema atenção para não confundir com o loureiro-rosa (Nerium oleander), que serve unicamente para ornamentação, e cujas folhas e bagas são muito tóxicas, podendo uma simples folha causar a morte a um adulto devido aos problemas cardíacos que pode provocar.

Existem duas espécies semelhantes e do mesmo género endémicas dos arquipélagos dos Açores (L. azorica), Madeira e Canárias (L. novocanariensis). Na ilha da Madeira, o óleo obtido da baga do loureiro endémico, possui propriedades anti-inflamatórias, sendo utilizado localmente como remédio caseiro para diversas maleitas, podendo cada litro atingir preços de mercado elevadíssimos.

Limão

Posted by on Monday, 23 March, 2009

O limão é o fruto do limoeiro (Citrus x limon), uma árvore da família das rutáceas. Podemos dizer que existem cerca de 70 variedades, como por exemplo o limão ‘Eureka’, o limão ‘Lisboa’, o limão ‘Lunário’, ‘galego’, ‘taiti’, limão siciliano (Brasil), etc.. É originário da região sudeste da Ásia. Desconhecido para os antigos gregos e romanos, a primeira referência sobre este citrino encontra-se no livro de Nabathae sobre agricultura, datando do século III ou IV.

Trazido da Pérsia pelos conquistadores árabes, disseminou-se na Europa. Há relatos de limoeiros cultivados em Génova em meados do século XV bem como referências à sua existência nos Açores em 1494.

Séculos mais tarde, em 1742, os limões foram utilizados pela marinha britânica para combater o escorbuto, mas apenas em 1928 se obteve a ciência sobre a substância que combatia tal doença, batizado ácido ascórbico ou vitamina C, na qual o limão proporciona em grande quantidade: o sumo do limão contém aproximadamente 500 miligramas de vitamina C e 50 gramas de ácido cítrico por litro. Atualmente é uma das frutas mais conhecidas e utilizadas no mundo.

Popularizou-se no Brasil durante a chamada Gripe Espanhola (epidemia gripal de 1918), quando atingiu preços elevados, chegando a ser comprada por de dez a vinte mil réis cada unidade.

As suas aplicações na vida doméstica são inúmeras. Com o suco da fruta, preparam-se refrigerantes, sorvetes, molhos e aperitivos, bem como remédios, xaropes e produtos de limpeza. Da casca, retira-se uma essência aromática usada em perfumaria e no preparo de licores e sabões.

Em Fitoterapia, é utilizado para diversas patologias, tais como reumático, infecções e febres, aterosclerose, combate ateromas (remove placas gordurosas das artérias), constipações, gripes, dores de garganta, acidez gástrica e úrica (alcaliniza o sangue), frieiras, caspas, cicatrizações, ajuda a manutenção de colágeno, hemoglobina, atua como anti-séptico entre outras. O limão possui uma substância própria denominada limoneno capaz de combater os radicais livres. É, fundamentalmente, um remédio tónico que ajuda a manter a boa saúde.

Características

Um limão ‘taiti’ maduro, pronto para ser colhido.

Os limoeiros são árvores pequenas (não atingem mais de 6 metros de altura), espinescentes, muito ramificadas, de caule e ramos castanho-claros; as folhas são alternas, oblongo-elípticas, com pontuações translúcidas; as inflorescências são de flores axilares, alvas ou violetas, em cacho. Reproduz-se por estacas de galhos, em solo arenoso e bem adubado, de preferência em regiões de clima quente ou temperado.

Propaga-se também por sementes, que requerem solo leve, fértil e bem arejado, em local ensolarado e protegido dos ventos. Frutifica durante todo o ano, em inúmeras variedades, que embora mudem no tamanho e na textura da casca, que pode ser lisa ou enrugada, quanto à cor, variam do verde-escuro ao amarelo-claro, exceto uma das espécies, que se assemelha a uma tangerina.

Partes usadas

Folhas, casca do fruto e suco do fruto.

Os que têm cor amarela ou amarelo-esverdeada, são cultivados sobretudo pelo sumo, embora a polpa e a casca também se utilizem em culinária. Os limões contêm uma grande quantidade de ácido cítrico, o que lhes confere um gosto ácido. No suco de limão, essa acidez chega a um pH de 2 a 3, em média.

Os limões e as limas servem-se regularmente como limonada (sumo de limão natural com água e açúcar), caipirinha ou como adorno para as bebidas alcoólicas e refrigerantes de cola com uma rodela dentro ou na borda do copo.

Suco de limão natural

Valor nutricional por 100 g

Energia 60 kcal   230 kJ
Carbohidratos g
Gorduras 0.7 g
Proteina 1 g
Água 89 g
Vitamina A  12 μg 1%
Vitamina B1  0.55 mg 42%
Vitamina B2  0.60 mg 40%
Vitamina B3  0.31 mg 2%
Vitamina C  31 mg 52%
Ferro  0.35 mg 3%
Magnésio  5 mg 1%
Fósforo  21 mg 3%
Potássio  127 mg 3%
Enxofre 10 mg %
Ácido citrico 5 g
Percentagem relativas para adultos.

Juniperus

Posted by on Wednesday, 8 October, 2008

Juniperus é um género de conífera pertencente à família Cupressaceae, muito frequentes na zona mediterrânica. São frequentemente designados pelo nome vulgar zimbro ou junípero.

Espécies

O número de espécies deste género não é pacífico. Segundo Farjon (2001), o género inclui 52 espécies; Adams (2004) refere 67. Dividem-se em várias secções e subsecções, ainda que a distribuição das várias espécies ainda se mantenha pouco clara, com investigações ainda em curso e pouco conclusivas. A secção Juniperus é, obviamente, não obstante, um grupo monofilético.
Juniperus secção Juniperus: Com folhas adultas em forma de agulha, em conjuntos de três, unidas na base.

Juniperus secção Juniperus subsecção Juniperus: Cones com três sementes separadas; agulhas com uma faixa estomática.
Juniperus communis – ou zimbro-rasteiro
Juniperus communis subsp. alpina
Juniperus conferta
Juniperus rigida
Juniperus secção Juniperus subsecção Oxycedrus: Cones com três sementes separadas; agulhas com duas faixas estomáticas.
Juniperus brevifolia – ou cedro-do-mato (nos Açores)
Juniperus cedrus
Juniperus deltoides
Juniperus formosana
Juniperus luchuensis
Juniperus navicularis
Juniperus oxycedrus – ou cedro-de-Espanha
Juniperus macrocarpa (J. oxycedrus subsp. macrocarpa)
Juniperus secção Juniperus subsecção Caryocedrus: Cones com três sementes unidas; agulhas com duas faixas estomáticas.
Juniperus drupacea

Juniperus secção Sabina: Com folhas escamiformes. As folhas adultas assemelham-se a escamas, tal como as do género Cupressus, em pares opostos ou conjuntos de três, enquanto que as folhas juvenis têm forma de agulha e não se juntam na base, tal como as que apenas têm folhas em forma de agulha:
Juniperus angosturana
Juniperus ashei
Juniperus barbadensis
Juniperus bermudiana (cedro-das-Bermudas)
Juniperus blancoi
Juniperus californica
Juniperus chinensis
Juniperus chinensis var. sargentii
Juniperus coahuilensis
Juniperus comitana
Juniperus convallium
Juniperus deppeana
Juniperus durangensis
Juniperus excelsa
Juniperus excelsa subsp. polycarpos
Juniperus flaccida
Juniperus foetidissima
Juniperus gamboana
Juniperus gaussenii
Juniperus horizontalis
Juniperus indica
Juniperus jaliscana
Juniperus komarovii
Juniperus monosperma
Juniperus monticola
Juniperus occidentalis
Juniperus occidentalis subsp. australis
Juniperus osteosperma
Juniperus phoenicea
Juniperus pinchotii
Juniperus procera
Juniperus procumbens
Juniperus pseudosabina
Juniperus recurva
Juniperus recurva var. coxii
Juniperus sabina
Juniperus sabina var. davurica
Juniperus saltillensis
Juniperus saltuaria
Juniperus scopulorum
Juniperus semiglobosa
Juniperus squamata
Juniperus standleyi
Juniperus thurifera
Juniperus tibetica
Juniperus turbinata
Juniperus virginiana
Juniperus virginiana subsp. silicicola
Juniperus wallichiana

Cardamomo

Posted by on Friday, 18 April, 2008

O nome cardamomo é usado para designar diversas espécies em três géneros da família do gengibre (as zingiberáceas): Elettaria, Amomum e Aframomum. O cardamomo foi usado pela primeira vez aproximadamente no ano 700 d.C., na Índia meridional, e foi importado para a Europa, pela primeira vez, em cerca de 1200. São plantas nativas das florestas húmidas do sul da Índia, do Sri Lanka, Malásia e Sumatra. Hoje em dia é cultivado no Nepal, Tailândia e América Central. Constitui uma especiaria vastamente usada na Coreia, Vietname e Tailândia.

Uso na medicina tradicional

Na Índia, o cardamomo-verde (A. subulatum) é largamente usado para tratar infecções nas gengivas e nos dentes, na prevenção de doenças da garganta, congestão pulmonar, tuberculose pulmonar, inflamação das pálpebras e problemas digestivos. É também referido como antídoto para veneno de algumas cobras e escorpiões.

Algumas espécies do género Amomum são ainda usadas na medicina tradiconal indiana. Entre outras espécies, variedades e cultivares, a Amomum villosum é usada pela medicina tradicional chinesa para tratar dores estomacais, constipações, disenteria e outros problemas digestivos. O cardamomo-tsaoko é cultivado na província chinesa de Yunnan, tanto como especiaria como para fins medicinais.

Cinco-Chagas

Posted by on Friday, 18 April, 2008

O Cinco-Chagas (Tropaeolum majus) é uma árvore da família dos Tropaeolaceae.

Com um pequeno porte, o Cinco-Chagas tem frutos que comem-se em conservas e suas flores em saladas. O seu fruto é mais preferido pelas maritacas.

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