Castanheiro-da-índia

3 Jul 2009 In: Castanheiro-da-índia

Castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) é uma árvore robusta até 25 metros, com copa enorme abobadada. O seu fruto designa-se como castanha-da-índia e é usada pela medicina popular, contra problemas de circulação sanguínea.
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Ritidoma fissurado em grandes placas destacáveis. Folhas com 5-7 folíolos. Folíolos obovados, acunheados na base, duplamente serrados, glabros por cima, tomentosos por baixo. Flores em panículos cilíndricas ou cónicas. Fruto espinhoso, globoso, com uma só semente arredondada ou com 2-3 achatadas.

Indicações em medicina popular
hemorroidal
varizes
antiinflamatório

Reacções adversas
dermatite de contacto, alergia.
hepatotoxicidade
Em uso tópico – algum potencial carcinogénio
neurotoxicidade grave
potenciação de efeito anticoagulante

Casca-de-anta

3 Jul 2009 In: Casca-de-anta

Casca-de-anta (Drimys winteri) é uma árvore da família Winteraceae oriunda do Chile e partes da Argentina com indicações medicinais. Popularmente é utilizada como anti-anêmica, para fraqueza e digestiva e para vômitos.
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A Casca-de-anta é também conhecida por casca d’anta, paratudo ou para tudo.

Erva cavalinha: Cavalinha

23 Jun 2009 In: Cavalinha

Equisetum_hyemale2Cavalinha:
A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por “equi” (cavalo) e “setum” (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras.

As cavalinhas são plantas vasculares, perfazendo cerca de 16 espécies de plantas do gênero Equisetum. Este gênero é o único na família Equisetaceae, a qual por sua vez é a única família da ordem Equisetales e da classe Equisetopsida (também conhecida como Arthrophyta em livros antigos), embora algumas análises moleculares recentes coloquem este gênero dentro das Pteridophytas, relacionando-as aos Marattiales. Estes dados moleculares, contudo, são ainda ambíguos. Outras classes e ordens de Equisetophyta são conhecidas a partir de informação fóssil, pois eles foram importantes membros da flora durante o período Carbonífero

O gênero é comum nas cidades e está presente em todos continentes exceto Austrália e Antártica. Elas são plantas perenes e herbáceas, secando no inverno (para a maioria das espécies temperadas) ou sempre verde (para algumas espécies tropicais, e a espécie temperada Equisetum hyemale). A maioria delas cresce 0,2 – 1,5 m de altura, embora a E. telmateia possa excepcionalmente alcançar 2,5 m, e a espécie tropical E. giganteum 5 m, e E. myriochaetum 8 m.

Nestas plantas, as folhas são muito reduzidas, mostrando-se inicialmente como pequenas inflorescências translúcidas. Os caules são verdes e fotossensíveis, apresentando como características distintas o fato de serem ocos, com juntas e estrias.

Considera-se que esta planta tem mais de 300 milhões de anos sendo assim, comparativamente, uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo.

Características

A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, consequentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas, mas reduzidas a tamanho insignificante.

O caule é de cor verde, oco, fotossintético, com textura áspera ao tacto por causa da presença de silício e pode ser encontrado de duas maneiras:

- o caule fértil, geralmente curto, surge no início da primavera. Apresenta na extremidade a espiga produtora de esporos, que serve para a sua reprodução, que, porém, também pode ocorrer através de rizomas.
- o caule estéril, geralmente longo, surge depois que o caule fértil murcha.

Os esporos estão contidos em estróbilos apicais.

Sua composição química é formada por grande quantidade de silício e quantidades menores de cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio, entre outros.

É adaptada a solos húmidos e por ser agressiva e persistente, deve–se cuidar para que não se torne uma erva daninha.

Aplicações terapêuticas
Suas propriedades adstringentes e diuréticas, auxiliam no tratamento da gonorréia, diarréias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fraturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.

É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.

Com fins ornamentais é utilizada na composição da flora de lagos decorativos, em áreas brejosas, etc.

Restrições de uso

A cavalinha pode ser considerada tóxica ao gado vacum, devido à grande quantidade de silício presente em seus tecidos, o que pode causar diarréias com presença de sangue, abortos e fraqueza nos animais. Já os animais monogástricos não são afetados.

Formas de utilização

Chá por decocção

Ingredientes: 2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água

Coloca-se a planta em um recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Coa-se e toma-se ainda quente.

Óleo para prevenir estrias

Coloca-se um ramo ou caule da cavalinha (já seca) em um vidro pequeno de óleo de amêndoas. Deixa-se macerar por 30 dias e passa-se na pele, sempre após o banho.

Infusão para limpeza de pele

Coloca-se um pouco da planta (fresca ou seca) em uma vasilha e despeja-se água fervendo. Abafa-se e deixa-se descansar por 10 minutos. Depois de fria, usa-se a infusão para limpar a pele utilizando-se um chumaço de algodão.

Para dar brilho aos cabelos e fortalecer as unhas

Faça-se uma infusão (chá) com caules e folhas de cavalinha, deixa-se arrefecer e use enquanto seca o cabelo.

Para fortalecer as unhas, faça uma infusão mais concentrado, deixe-se amornar, e mantenh as unhas imersas por cerca de 15 minutos.

Caruru (planta)

23 Jun 2009 In: Caruru

220px-Amaranthus_viridisCaruru é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. É também conhecida como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo “caruru” ao prato preparado com esta planta.

Planta nativa das Américas, foi a primeira vez conhecido pelos europeus através dos Maias no México. Na cultura brasileira estudiosos acreditam que foi culturalmente introduzido pelos africanos: admite-se que a cozinha africana tenha influenciado a culinária brasileira. Foram comparadas a culinária do Daomé nagô e da Nigéria ioruba com a cozinha baiana. Foram recíprocas as influências. Cita-se o caso do caruru de origem indígena, preparado com bredo, outra planta do gênero Amaranthus e que, levado para a África incorporou o quiabo, planta africana, tendo, então, o caruru retornado modificado, para o Brasil.

Atualmente é considerado erva-daninha em plantações por ser incrivelmente espontâneo e adaptado às condições climáticas brasileiras. É um ótimo indicador de qualidade do solo. Se for comparado com outras plantas indicadoras ele indica terra boa, rica em potássio (K – além de 7% da CTC), milhã pode indicar terra desgastada e tiririca indica terra desestruturada e ácida. Por estas razões e também por suas propriedades nutricionais ele poderia ser mais valorizado tanto na nutrição, quanto na medicina e na agricultura.

Todas as partes do caruru são comestíveis. É um alimento rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Tendo funções medicinais como lactígeno, combate também infecções, problemas hepáticos, hidropsia e catarro da bexiga. As sementes podem ser ingeridas torradas ou em pães e outras receitas.

Lista de espécies

Algumas espécies de Amaranthus incluem:
Amarantuhs viridis L.: caruru de mancha, caruru pequeno, caruru de porco.
Amaranthus hibridus L.: bredo vermelho, caruru bravo, caruru roxo, chorão, crista de galo.
Amaranthus spinosus L.: bredo, bredo de chifre, bredo de espinho, caruru bravo, caruru de espinho, caruru.
Amaranthus lividus L.: caruru de cuia.

Carqueja

23 Mar 2009 In: Carqueja

carquejaA carqueja (Baccharis trimera (Less) DC; Asteraceae) é uma planta ideal para canteiros de jardins, pois cresce formando tufos espessos. Algumas de suas propriedades medicinais são o combate a diabetes,anemia, inflamações das vias urinárias, baço, bexiga e rins.

Sinônimo botânico: Baccharis genisteiloides var. trimera (Less.) Baker., Baccharis trimera Person, (=Molina trimera Less.).

Cardamomo

23 Mar 2009 In: Cardamomo

O nome cardamomo é usado para designar diversas espécies em três géneros da família do gengibre (as zingiberáceas): Elettaria, Amomum e Aframomum. O cardamomo foi usado pela primeira vez aproximadamente no ano 700 d.C., na Índia meridional, e foi importado para a Europa, pela primeira vez, em cerca de 1200. São plantas nativas das florestas húmidas do sul da Índia, do Sri Lanka, Malásia e Sumatra. Hoje em dia é cultivado no Nepal, Tailândia e América Central. Constitui uma especiaria vastamente usada na Coreia, Vietname e Tailândia.

Tipos de cardamomo e sua distribuição

Os três principais géneros da família do gengibre que são geralmente designadas como cardamomo têm a seguinte distribuição geográfica:

  • Elettaria (ou cardamomo-verde) distribui-se da Índia até à Malásia;
  • Amomum (também designado como Kravan, Cardamomo-de-java, cardamomo-de-bengala, cardamomo-siamês, grãos-da-guiné ou grãos-do-paraíso ou, ainda, cardamomo-branco, cardamomo-verde, cardamomo-vermelho e cardamomo-preto) tem a sua área principal de distribuição na Ásia e na Austrália;
  • Aframomum (ou cardamomo-de-madagáscar) existe principalmente na África e Madagáscar.

Uso pelo ser humano

Praticamente todas as espécies de cardamomo têm uso medicinal ou são usadas como especiaria. Em geral:

  • Elettaria subulatum é usada como especiaria, como masticatório, além de poder, ainda, ser fumada. Serve de alimento para as lagartas de Endoclita hosei.
  • Aframomum é usada como especiaria;
  • Amomum é usada como planta medicinal na medicina tradicional chinesa, indiana, vietnamita e coreana.

Uso na medicina tradicional

Na Índia, o cardamomo-verde (A. subulatum) é largamente usado para tratar infecções nas gengivas e nos dentes, na prevenção de doenças da garganta, congestão pulmonar, tuberculose pulmonar, inflamação das pálpebras e problemas digestivos. É também referido como antídoto para veneno de algumas cobras e escorpiões.

Algumas espécies do género Amomum são ainda usadas na medicina tradiconal indiana. Entre outras espécies, variedades e cultivares, a Amomum villosum é usada pela medicina tradicional chinesa para tratar dores estomacais, constipações, disenteria e outros problemas digestivos. O cardamomo-tsaoko é cultivado na província chinesa de Yunnan, tanto como especiaria como para fins medicinais.

    Cinco-Chagas

    23 Mar 2009 In: Cinco-Chagas

    O Cinco-Chagas (Tropaeolum majus) é uma Planta da família dos Tropaeolaceae.

    Com um pequeno porte, o Cinco-Chagas tem frutos que comem-se em conservas e suas flores em saladas. O seu fruto é mais preferido pelas maritacas.

    Louro

    23 Mar 2009 In: Louro

    loureiroO loureiro ou louro (Laurus nobilis) é uma árvore do gênero Laurus da família botânica das Lauraceae ou lauráceas. É originária do Mediterrâneo. Varia entre 5 e 10 m, mas pode atingir até 20 m de altura. Suas folhas são vistosas, coriáceas e com odor muito característico. Por isso são muito usadas em condimentos na culinária em geral. O seu fruto é do tipo baga e quando maduro tem cor negra. Além disso a madeira dessa árvore é de excelente qualidade. Possui ainda algumas propriedades medicinais para reumatismo, estômago, etc.

    Na Grécia Antiga as coroas confeccionadas com ramos de louro eram o símbolo da vitória para os atletas e heróis nacionais. Esse costume também foi herdado na Roma na época dos Césares. Por isso o termo laureado deriva justamente do gênero Laurus.

    A medicina popular indica o chá das suas folhas em caso de problemas com a digestão.

    É necessária extrema atenção para não confundir com o loureiro-rosa (Nerium oleander), que serve unicamente para ornamentação, e cujas folhas e bagas são muito tóxicas, podendo uma simples folha causar a morte a um adulto devido aos problemas cardíacos que pode provocar.

    Existem duas espécies semelhantes e do mesmo género endémicas dos arquipélagos dos Açores (L. azorica), Madeira e Canárias (L. novocanariensis). Na ilha da Madeira, o óleo obtido da baga do loureiro endémico, possui propriedades anti-inflamatórias, sendo utilizado localmente como remédio caseiro para diversas maleitas, podendo cada litro atingir preços de mercado elevadíssimos.

    Limão

    23 Mar 2009 In: Limão

    O limão é o fruto do limoeiro (Citrus x limon), uma árvore da família das rutáceas. Podemos dizer que existem cerca de 70 variedades, como por exemplo o limão ‘Eureka’, o limão ‘Lisboa’, o limão ‘Lunário’, ‘galego’, ‘taiti’, limão siciliano (Brasil), etc.. É originário da região sudeste da Ásia. Desconhecido para os antigos gregos e romanos, a primeira referência sobre este citrino encontra-se no livro de Nabathae sobre agricultura, datando do século III ou IV.

    Trazido da Pérsia pelos conquistadores árabes, disseminou-se na Europa. Há relatos de limoeiros cultivados em Génova em meados do século XV bem como referências à sua existência nos Açores em 1494.

    Séculos mais tarde, em 1742, os limões foram utilizados pela marinha britânica para combater o escorbuto, mas apenas em 1928 se obteve a ciência sobre a substância que combatia tal doença, batizado ácido ascórbico ou vitamina C, na qual o limão proporciona em grande quantidade: o sumo do limão contém aproximadamente 500 miligramas de vitamina C e 50 gramas de ácido cítrico por litro. Atualmente é uma das frutas mais conhecidas e utilizadas no mundo.

    Popularizou-se no Brasil durante a chamada Gripe Espanhola (epidemia gripal de 1918), quando atingiu preços elevados, chegando a ser comprada por de dez a vinte mil réis cada unidade.

    As suas aplicações na vida doméstica são inúmeras. Com o suco da fruta, preparam-se refrigerantes, sorvetes, molhos e aperitivos, bem como remédios, xaropes e produtos de limpeza. Da casca, retira-se uma essência aromática usada em perfumaria e no preparo de licores e sabões.

    Em Fitoterapia, é utilizado para diversas patologias, tais como reumático, infecções e febres, aterosclerose, combate ateromas (remove placas gordurosas das artérias), constipações, gripes, dores de garganta, acidez gástrica e úrica (alcaliniza o sangue), frieiras, caspas, cicatrizações, ajuda a manutenção de colágeno, hemoglobina, atua como anti-séptico entre outras. O limão possui uma substância própria denominada limoneno capaz de combater os radicais livres. É, fundamentalmente, um remédio tónico que ajuda a manter a boa saúde.

    Características

    Um limão ‘taiti’ maduro, pronto para ser colhido.

    Os limoeiros são árvores pequenas (não atingem mais de 6 metros de altura), espinescentes, muito ramificadas, de caule e ramos castanho-claros; as folhas são alternas, oblongo-elípticas, com pontuações translúcidas; as inflorescências são de flores axilares, alvas ou violetas, em cacho. Reproduz-se por estacas de galhos, em solo arenoso e bem adubado, de preferência em regiões de clima quente ou temperado.

    Propaga-se também por sementes, que requerem solo leve, fértil e bem arejado, em local ensolarado e protegido dos ventos. Frutifica durante todo o ano, em inúmeras variedades, que embora mudem no tamanho e na textura da casca, que pode ser lisa ou enrugada, quanto à cor, variam do verde-escuro ao amarelo-claro, exceto uma das espécies, que se assemelha a uma tangerina.

    Partes usadas

    Folhas, casca do fruto e suco do fruto.

    Os que têm cor amarela ou amarelo-esverdeada, são cultivados sobretudo pelo sumo, embora a polpa e a casca também se utilizem em culinária. Os limões contêm uma grande quantidade de ácido cítrico, o que lhes confere um gosto ácido. No suco de limão, essa acidez chega a um pH de 2 a 3, em média.

    Os limões e as limas servem-se regularmente como limonada (sumo de limão natural com água e açúcar), caipirinha ou como adorno para as bebidas alcoólicas e refrigerantes de cola com uma rodela dentro ou na borda do copo.

    Suco de limão natural

    Valor nutricional por 100 g

    Energia 60 kcal   230 kJ
    Carbohidratos g
    Gorduras 0.7 g
    Proteina 1 g
    Água 89 g
    Vitamina A  12 μg 1%
    Vitamina B1  0.55 mg 42%
    Vitamina B2  0.60 mg 40%
    Vitamina B3  0.31 mg 2%
    Vitamina C  31 mg 52%
    Ferro  0.35 mg 3%
    Magnésio  5 mg 1%
    Fósforo  21 mg 3%
    Potássio  127 mg 3%
    Enxofre 10 mg %
    Ácido citrico 5 g
    Percentagem relativas para adultos.

    Juniperus

    8 Oct 2008 In: Zimbro

    Juniperus é um género de conífera pertencente à família Cupressaceae, muito frequentes na zona mediterrânica. São frequentemente designados pelo nome vulgar zimbro ou junípero.

    Espécies

    O número de espécies deste género não é pacífico. Segundo Farjon (2001), o género inclui 52 espécies; Adams (2004) refere 67. Dividem-se em várias secções e subsecções, ainda que a distribuição das várias espécies ainda se mantenha pouco clara, com investigações ainda em curso e pouco conclusivas. A secção Juniperus é, obviamente, não obstante, um grupo monofilético.
    Juniperus secção Juniperus: Com folhas adultas em forma de agulha, em conjuntos de três, unidas na base.

    Juniperus secção Juniperus subsecção Juniperus: Cones com três sementes separadas; agulhas com uma faixa estomática.
    Juniperus communis – ou zimbro-rasteiro
    Juniperus communis subsp. alpina
    Juniperus conferta
    Juniperus rigida
    Juniperus secção Juniperus subsecção Oxycedrus: Cones com três sementes separadas; agulhas com duas faixas estomáticas.
    Juniperus brevifolia – ou cedro-do-mato (nos Açores)
    Juniperus cedrus
    Juniperus deltoides
    Juniperus formosana
    Juniperus luchuensis
    Juniperus navicularis
    Juniperus oxycedrus – ou cedro-de-Espanha
    Juniperus macrocarpa (J. oxycedrus subsp. macrocarpa)
    Juniperus secção Juniperus subsecção Caryocedrus: Cones com três sementes unidas; agulhas com duas faixas estomáticas.
    Juniperus drupacea

    Juniperus secção Sabina: Com folhas escamiformes. As folhas adultas assemelham-se a escamas, tal como as do género Cupressus, em pares opostos ou conjuntos de três, enquanto que as folhas juvenis têm forma de agulha e não se juntam na base, tal como as que apenas têm folhas em forma de agulha:
    Juniperus angosturana
    Juniperus ashei
    Juniperus barbadensis
    Juniperus bermudiana (cedro-das-Bermudas)
    Juniperus blancoi
    Juniperus californica
    Juniperus chinensis
    Juniperus chinensis var. sargentii
    Juniperus coahuilensis
    Juniperus comitana
    Juniperus convallium
    Juniperus deppeana
    Juniperus durangensis
    Juniperus excelsa
    Juniperus excelsa subsp. polycarpos
    Juniperus flaccida
    Juniperus foetidissima
    Juniperus gamboana
    Juniperus gaussenii
    Juniperus horizontalis
    Juniperus indica
    Juniperus jaliscana
    Juniperus komarovii
    Juniperus monosperma
    Juniperus monticola
    Juniperus occidentalis
    Juniperus occidentalis subsp. australis
    Juniperus osteosperma
    Juniperus phoenicea
    Juniperus pinchotii
    Juniperus procera
    Juniperus procumbens
    Juniperus pseudosabina
    Juniperus recurva
    Juniperus recurva var. coxii
    Juniperus sabina
    Juniperus sabina var. davurica
    Juniperus saltillensis
    Juniperus saltuaria
    Juniperus scopulorum
    Juniperus semiglobosa
    Juniperus squamata
    Juniperus standleyi
    Juniperus thurifera
    Juniperus tibetica
    Juniperus turbinata
    Juniperus virginiana
    Juniperus virginiana subsp. silicicola
    Juniperus wallichiana

    Ervas Medicinais

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